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Bispo de Umuarama (PR) lança projeto “Ecologia Integral” sobre questões socioambientais co
“Não há duas crises separadas: uma ambiental e outra social; mas uma única e complexa crise socioambiental”, afirma o Papa Francisco.
A cada ano o Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado em 5 de junho, traz uma reflexão sobre a importância e necessidade da preservação da natureza e todos os recursos que ela oferece. Somente através da consciência ecológica e ações práticas diante dos desafios socioambientais será possível garantir mudanças profundas e determinantes para o futuro do planeta. Neste contexto, a diocese de Umuarama (PR) lança o Projeto “Ecologia Integral”, que é pautado na mensagem do Papa Francisco, através da Encíclica Laudato Si. Na Ecologia Integral, podemos dialogar e refletir com um olhar que inclua as dimensões humanas e sociais.

“Não há duas crises separadas: uma ambiental e outra social; mas uma única e complexa crise socioambiental”, afirma o Papa Francisco.

Segundo o pontíficie, qualquer ferida na natureza ou qualquer descuido para com ela, revela uma ferida, um pedaço amortecido dentro de nós. Para o bispo diocesano, dom João Mamede Filho, só uma sensibilidade assim nos permite construir um futuro com desenvolvimento sustentável e integral.

Para a celebração da Semana do Meio Ambiente o bispo convidou autoridades, lideranças e representantes de instituições, para uma reflexão sobre a Ecologia Integral X Futuro – Um diálogo que implica na herança que deixaremos para as próximas gerações!

“Pretendemos através do Projeto Ecologia Integral promover uma consciência basilar que implique em mudanças de atitudes, convicções, apontando para outro estilo de vida onde a humanidade e meio ambiente viva em harmonia sustentável”, diz o ambientalista e assessor diocesano para assuntos socioambientais, Reginaldo Urbano.
 

Dados da ONU Meio Ambiente mostram que ao longo da última década, a humanidade produziu mais plástico do que em todo o século passado. Por ano, são consumidas entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas em todo o planeta e, a cada minuto, são compradas 1 milhão de garrafas plásticas.

Segundo a organização, metade do plástico consumido pelos humanos é de uso único e, anualmente, pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos — é como se a cada minuto despejássemos nos mares a carga inteira de um caminhão de lixo plástico. O material representa atualmente 10% de todos os resíduos gerados pelo homem.

No Brasil, a discussão sobre a poluição plástica vem avançando. Além de outras iniciativas o país elabora o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, um ambiente institucional necessário para avançar este debate fundamental com a sociedade brasileira.

Ao site da ONU Brasil, a representante da ONU Meio Ambiente, Denise Hamú, disse que 2018 é visto pela organização como um ano de virada sobre o tema. “Vimos construindo uma massa crítica na sociedade brasileira sobre o impacto ambiental do plástico e acreditamos que este ano, com as iniciativas que lideramos ou apoiamos, haverá uma mudança real na relação do Brasil com essa problemática – cidadãos, governos e empresas perceberão que está na hora de mudar hábitos e escolhas para garantir a saúde do planeta”, afirmou.

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia.

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