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No dia 07 de março, Dom Vicente Costa, tomou posse como Bispo Diocesano de Jundiaí – SP, deixando a Diocese de Umuarama, que até então ele administrava, como Sede Vacante. A partir de então, se inicia o processo para a eleição de um novo Bispo. A eleição de um novo Bispo é um processo meticuloso que leva certo tempo, e pode demorar até um ano. Este processo feito pela Igreja visa encontrar a pessoa adequada para estar à frente de uma Diocese. Para isso, o Núncio Apostólico (representante do Vaticano no país, que atualmente é Dom Lorenzo Baldisseri), faz uma série de consultas, com bispos, padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas, para que estes tracem um perfil da Diocese e indiquem alguns nomes para o futuro Bispo, justificando o motivo da escolha. Este processo é feito com reservas, no chamado “Segredo Pontifício” (que diz respeito somente ao Papa). No final deste processo, o Núncio apresenta três nomes ao Santo Padre, que elege o candidato mais adequado, de acordo com as necessidades da Diocese. O escolhido tem toda a liberdade de aceitar ou não, mas tem que apresentar uma carta justificando a não-aceitação. No caso da Diocese de Umuarama, até a nomeação de um novo Bispo, o Administrador Diocesano (um padre escolhido pelo Colégio de Consultores), estará à frente da Igreja, para administrá-la. Durante este período, Umuarama, fica como Sede Vacante, período em que a Sé episcopal de uma Igreja particular está sem ocupante.
Texto: Renato
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